Prof. D.Sc. Tadeu Miranda de Queiroz[1]
Eduarda Gabrielle Graebin Galdino[2]
[1] Prof. D.Sc. Curso de Agronomia, Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, Campus de Nova Mutum.
[2] Discente do Curso de Agronomia, Polo Aripuanã/MT, UNEMAT, Bolsista de Iniciação do Desenvolvimento Tecnológico e Inovação.
Os dados meteorológicos de Nova Mutum (14 a 20 de junho de 2026) confirmam a estação seca na região, apesar de chuvas isoladas. O maior volume ocorreu na madrugada de 15 de junho, com 20,60 mm. As precipitações dos dias seguintes foram de baixa intensidade e insuficientes para recuperar a umidade do solo, mantendo o cenário de seca no município.

A umidade relativa do ar diminuiu nos períodos mais quentes devido à massa de ar seco. Mesmo com chuvas pontuais, seguiu o padrão da estação seca: mais alta pela manhã e com queda significativa à tarde, o que eleva a demanda evaporativa e impacta a disponibilidade de água para as plantas.
A velocidade do vento manteve o padrão esperado, influenciando a evaporação e a transpiração. O monitoramento dessa variável é essencial para o planejamento agrícola, principalmente na pulverização, onde ventos fortes aumentam os riscos de deriva e reduzem a eficiência da aplicação.
Do ponto de vista agrícola, as chuvas trouxeram um aporte hídrico momentâneo, mas a baixa frequência e as altas temperaturas mantêm a disponibilidade de água como ponto de atenção. Para o milho safrinha em enchimento de grãos e maturação, a água no solo é vital para o potencial produtivo. Por outro lado, o clima favoreceu operações mecanizadas, monitoramento fitossanitário e planejamento da colheita, reforçando a importância dos dados meteorológicos na tomada de decisão.

Todo o processo de coleta, tratamento e espacialização dos dados foi conduzido pela equipe de Hidrometeorologia da UNEMAT.
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Agradecimento: À Daniela Moreira Costa Araújo, responsável pela coleta de dados da Estação Meteorológica Automática.









